 |
Profª. Luiz Antônio Pinheiro
| Formação Acadêmica: |
 |
-
Especialista em Planejamento Estratégico do Turismo - USP-SP
|
AUTORIZAÇÃO CONCEDIDA PELO MEC: Portaria Ministerial
nº 2112/05.08.03 DOU 06/08/03.
No mundo hoje em que as identidades territoriais, culturais, econômicas
e pessoais se confundem, o TURISMO e um dos caminhos da valorização
dos seus bens e patrimônios.
E é por isso que no século XXI o Turismo é o setor que
buscará os resgates individuais e coletivos que poderá se efetivar
de forma a contribuir com os interesses monetários e financeiros, força
motriz do início do milênio.
Entender o Turismo como um fenômeno humano e espacial, cujas conseqüências
através da Atividade Turística instituída resultarão
em efeitos econômicos e sociais profundos, é uma condição
essencial para nele inferir, atuar e decidir.
Paradoxo que abate a compreensão de qualquer observador é
verificar que o Brasil tem riquezas naturais e culturais indiscutíveis
e diferenciadas, é a 10ª economia do mundo, convive com equilíbrio
político e social e, no entanto, não consegue se posicionar
firmemente no mercado turístico internacional e não estabelece
o seu mercado nacional, a par de ser o Turismo, o setor de maior alcance social
e econômico para um país e suas localidades.
A Política Nacional do Turismo do Brasil vem, há quase uma
década, buscando acompanhar a tendência atual que é o
gerenciamento dos destinos. Isso é novo em todo o mundo e exige a formulação
de uma estratégia de desenvolvimento do setor, que deve ser planejado
para determinar prioridades e locação de recursos, dentro das
reais condições locais.
É inegável a possibilidade brasileira de desenvolver o seu
Turismo, os dados indicam essa tendência, mas estas não se realizarão
sem foco, sem qualidade, sem padrões.
Para o Turismo, infra-estrutura e qualidade de serviços representam
condição de desenvolvimento. Mas ainda, que hajam investimentos
públicos e privados em empreendimentos e estruturas, fundamentalmente
superando a deficiência do nível de qualificação
daqueles que atuam no setor. É essencial formar uma “cultura
do Turismo”, de bem receber, de bem tratar, de bem atender as pessoas
que, por acaso, são turistas.
Na verdade impõe-se o conceito da hospitalidade, que deve ir além
do calor humano e abrange um conjunto de competência, serviços,
etc.
Para tanto é condição atuar sobre dois importantes fatores:
na carência de pessoas capacitadas para prestar serviços com
qualidade e na carência da sociedade de conscientização
sobre a importância do turismo.
Para o Estado do Maranhão o Curso de Turismo da Faculdade do Maranhão
virá a atender um mercado notoriamente com potencial em ecoturismo,
um segmento que mais tem se destacado globalmente e carente de recursos humanos.
A formação de profissionais ética e intelectualmente
conscientes das realidades, com compreensão plena do Fenômeno
Turístico e domínio técnico-operacional para conduzir
a Atividade Turística é, no entender da FACAM-MA, o grande elo
de ligação entre os inúmeros aspectos que compõem
a análise do cenário turístico.
Situados numa região brasileira das mais propícias ao desenvolvimento
do Turismo ecológico, conforme indicativos das pesquisas oficiais da
EMBRATUR, com potencial nos mercados nacional e internacional, ávidos
por novos destinos e produtos, estabelece-se um papel fundamental para o Curso
proposto: a de investigar e incutir a cultura do turismo, reconhecendo os
potenciais ambientais e histórico-culturais, abrangendo localidades,
agregando suas identidades e as fortalecendo para fazer frente aos desafios
dessa valorização no mercado de Turismo.
Ao estabelecer uma formação ampla e de caráter geral
e integrador, com enfoque histórico e âmbito de análise
com ambiência bio-psico-social, contextualizados no espaço físico-geográfico
de ação do futuro profissional , o Curso tem por missão
”motivar e trabalhar” o indivíduo na sua consciência
social e coletiva, comprometido com o constante desenvolvimento pessoal e
profissional.
Em função do perfil que se traçou para o egresso do
Curso, pretende-se uma metodologia global em que os conhecimentos teóricos
tenham uma conexão imediata com a prática. Além do estágio
supervisionado, previsto em lei, far-se-á com que o alunado tenha freqüentes
contatos com as realidades que possam servir em suas estruturas e hábitos
de campo de aprendizagem pela sua formulação ou práticas
turísticas.
É indispensável a discussão com profissionais engajados
com a realidade cotidiana. Para tanto, realizar-se-ão visitas técnicas,
organizar-se-ão seminários, simpósios, e debates com
representantes de todos os segmentos da profissão e um intercâmbio
permanente com municípios turísticos, órgãos de
classe, tais como Associações, Conselhos Regionais e Sindicatos.
Será salutar contatos que permitam reflexão e uma análise
de qualidade, onde se possa receber proposições e sugestões
para realização e uma prática de ensino que atendam às
expectativas do alunado e da sociedade.
Clique <aqui>
para acessar a Matriz Curricular.